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Mulheres protagonizam papéis decisivos na conquista de avanços no Sistema de Bondes de Santa Teresa



Por trás da história do modal de transporte com o maior crescimento no número de passageiros no Estado do Rio de Janeiro, há mulheres protagonizando papéis decisivos na conquista de importantes avanços. Seja na área administrativa ou na atuação direta nas obras de expansão do Sistema de Bondes de Santa Teresa, essas figuras femininas são presenças constantes no bairro.


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Leila dos Santos, de 59 anos, trabalha na Companhia Estadual de Engenharia de Transportes e Logística (Central), empresa vinculada à Secretaria de Estado de Transportes e responsável pela operação dos Bondes, desde a sua criação (2001). Ela atua na oficina de manutenção do transporte, que envolve a rede aérea, a via permanente, as obras e o material rodante. 

Com a expansão de mais um trecho da operação, da Praça Odylo Costa Neto até o Largo do França, que resultará em um avanço na oferta do serviço de 1,5 km, Leila acompanha de perto todo o processo. 

- Com as obras, estou fazendo o monitoramento da parte da rede aérea, que incluirá o processo de plantação dos postes e da instalação da mesma – ressaltou a assistente técnica.


Quem passa pelo canteiro, um ambiente composto majoritariamente por trabalhadores do sexo masculino, também encontra a técnica em Segurança do Trabalho Edilaine Araújo, da Elmo/Azvi, empresa responsável pelas obras. Aos 32 anos, é ela quem orienta na prevenção de acidentes os cerca de 40 homens que atuam nas intervenções.


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- Do engenheiro ao ajudante da via, atuo na orientação visando à utilização correta dos equipamentos de proteção individual para a melhor execução das atividades.Sempre gostei de atuar em campo e nunca tive problemas em nenhuma obra pelo fato de ser mulher – destacou Edilaine.

Sua rotina requer um trabalho articulado com Paula Cantidio, que é auxiliar técnica da obra. 

- Acompanho os profissionais na programação dos serviços a serem executados na atuação da parte de montagem da via – explicou. 

Aos 56 anos, Maria Luísa Magalhães, que é superintendente de suprimentos e informática da Central, também é peça fundamental na engrenagem que envolve esse histórico meio de transporte. Ela foi a responsável pela montagem do plano de ação que resultou na transferência do almoxarifado, de Copacabana para Santa Teresa em sua totalidade. 

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- Sou a responsável pela compra de todos os materiais e serviços voltados para o atendimento da operação e da manutenção dos bondes – disse.

No dia a dia, Maria Luísa coordena uma equipe composta por dez homens e duas mulheres. Uma delas é Patrícia Matos, que atua há 18 anos empresa, 11 deles dedicados à área de compras. Há dois anos, ela é assessora de suprimentos. 

 

 

 
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